O acesso a água potável segura é um direito humano fundamental que continua a ser negado a milhões de moçambicanos. Apesar dos progressos registados — com o aumento da cobertura de 40% para 55% da população — o país ainda tem um longo caminho a percorrer.
Modelos de gestão comunitária da água, onde as próprias comunidades são responsáveis pela manutenção dos sistemas, têm mostrado maior sustentabilidade a longo prazo.
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