A música moçambicana está a conquistar palcos internacionais de uma forma sem precedentes. Artistas como Dji Tafinha, Lizha James e a nova vaga de músicos de Maputo estão a levar o afrobeat moçambicano — uma fusão única de ritmos tradicionais, kwaito, afrohouse e pop — a festivais de música em Lisboa, Paris, Londres e Nova Iorque.
O algoritmo das plataformas de streaming tem sido um aliado inesperado desta expansão, colocando músicas moçambicanas nas playlists de ouvintes de dezenas de países que nunca tinham ouvido falar de Moçambique antes. O Spotify reporta um crescimento de 180% nas reproduções de música moçambicana em 2024 em relação ao ano anterior.
Festivais de música africana na Europa, como o Womex em Lisboa e o Afropunk em Paris, têm programado artistas moçambicanos com crescente regularidade. "Somos africanos, mas temos uma sonoridade muito própria, muito moçambicana. Isso interessa ao mundo", diz Dji Tafinha em entrevista ao portal.
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