A capulana, o pano colorido que é o símbolo mais reconhecível da moda moçambicana, está a ser reinventada pela nova geração de estilistas e designers locais. Longe de ser apenas um acessório tradicional, a capulana está a aparecer em colecções de alta costura, em vestidos de noiva, em fatos de escritório e em peças de streetwear que conquistam o mundo da moda africana.
Marcas como a Nweti, a Tayelele e a Zitamar estão a exportar capulanas e criações de autor para os mercados europeus, norte-americanos e asiáticos, mostrando que a moda africana não é apenas "étnica" — é contemporânea, sofisticada e globalmente relevante.
O movimento "feito em Moçambique" está a crescer, com jovens consumidores a preferir marcas locais que valorizam os artesãos tradicionais e utilizam materiais produzidos no país. É moda, mas também é identidade e orgulho nacional.
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